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Há muito para se ver e fazer em Porto Alegre, metrópole global e completa que não perdeu de vista a qualidade de vida. E há coisas imperdíveis para quem quiser conhecer o melhor da capital gaúcha, como o histórico Mercado Público Central, movimentadíssimo espaço de compras e gastronomia, os 72 km da orla do Lago Guaíba e seu consagrado por do sol e o cardápio de diversidade oferecido pela noite porto-alegrense, capaz de atender variados gostos, do sofisticado ao mais irreverente. Entre as cidades mais arborizadas do país e segunda capital com a maior área rural preservada, Porto Alegre também é ideal para o turismo rural e para quem curte a vida ao ar livre.

Abaixo, a lista dos “imperdíveis” de Porto Alegre. Para selecionar atrativos por segmento, utilize o filtro de pesquisa à direita.
» Catedral Metropolitana

De domingo a sexta, das 8h às 18h. Sábado, das 9h às 18h.

A história da fundação da Paróquia Nossa Senhora Madre de Deus está intimamente relacionada com a origem da cidade de Porto Alegre. Começou por volta de 1753, quando foi erguida uma capela modesta de pau-a-pique junto à Rua da Praia para que os casais açorianos, primeiros colonizadores, tivessem atendimento espiritual.

Com a transferência da capital do Estado, que mudou de Viamão para Porto Alegre, tornou-se evidente a necessidade da construção de uma igreja com dimensões correspondentes à nova situação de Porto Alegre. Pelos anos de 1793, a nova igreja de uma só nave e sem torres, dominava no alto da colina sobre o casario branco da vila de Porto Alegre. A atual Catedral Metropolitana começou a ser erguida em 1921 e foi concluída somente em 1986.

A construção obedece ao projeto do arquiteto italiano João Batista Giovenale, da Academia de Belas Artes São Lucas, de Roma. O estilo é inspirado na Renascença Italiana, mas as torres, inauguradas em 1971, lembram o modelo das construídas, no Rio Grande do Sul, na época das missões jesuíticas. A cúpula possui 75 metros de altura e 18 metros de diâmetro, sendo uma das maiores do mundo. Os três painéis de mosaico na fachada foram executados nas oficinas do Vaticano.

Rua Duque de Caxias, 1047 - Centro Histórico
(51) 3228.6001

» Brique da Redenção

Aos domingos das 9h às 18h.

Quando estiver em Porto Alegre, fique até domingo e não deixe de conhecer o Brique da Redenção, um dos pontos mais tradicionais e visitados da capital. Mais do que um brechó que lembra a Feira de San Telmo, de Buenos Aires, o Brique é uma grande feira cultural que desde 1978, quando se chamava Mercado das Pulgas, faz do Parque da Redenção o espaço mais popular e freqüentado dos domingos porto-alegrenses.

O Brique da Redenção oferece uma oportunidade ímpar de integração com a pluralidade. Famílias com crianças, casais, grupos das tribos mais exóticas, militantes de partidos políticos transitam na área e, entre um chimarrão e outro, são a plateia de grupos de capoeiristas, músicos e artistas de teatro que fazem do movimento do lugar o palco para apresentar esquetes de peças em exibição na cidade. A gastronomia é outro atrativo da feira. Dos quitutes da culinária baiana, passando pelas especiarias árabes aos produtos lights e integrais, tem de tudo no Brique.

As tendas dos 300 expositores funcionam das 9h às 17h ao longo de toda a arborizada avenida José Bonifácio, colada ao parque. O artesanato é de qualidade, confeccionado em matérias-primas diversas como couro, prata, algodão, madeira, resina, ferro, gesso, vidro e porcelana. Artistas plásticos comercializam telas, caricaturas, xilogravuras e esculturas. No setor de antiguidades há todo tipo de peças raras e colecionáveis, entre jóias, móveis, utensílios de casa, livros, revistas e discos de vinil. As compras com cartão de crédito são rotina no comércio do Brique.

Av. José Bonifácio - junto ao Parque Farroupilha

» Santuário Nossa Senhora Mãe de Deus

De terça a domingo, das 9h30 às 11h30 e das 14h às 17h30.

Nossa Senhora Mãe de Deus é a padroeira de Porto Alegre, e recebeu um lugar privilegiado para ser cultuada. O templo do Santuário Mãe de Deus fica no alto do Morro da Pedra Redonda, ponto na Zona Sul de onde se tem uma vista de quase 360° da cidade, dos morros, enseadas, ilhas e do Lago Guaíba até o Farol de Itapuã, no início da Laguna dos Patos.

Tendo em vista a localização, a construção de 700 metros quadrados, concluída em 2000, foi projetada para resistir a ventos de até 200 km/h. Na estrutura foram empregadas 93 toneladas de ferro e 5 toneladas de vidro de 10mm de espessura, que além da firmeza conferem leveza e transparência ao prédio, de linhas arrojadas, definidas principalmente pelo grande telhado em duas águas que organiza todo o conjunto e se estende até o nível do solo. As laterais exibem vitrais e no altar estão imagens sacras de 80 kg, esculpidas na Itália, em madeira maciça de tília.

O complexo do Santuário compreende um campanário independente e instalações sanitárias para o público que comparece nas ocasiões festivas e romarias. Para esses eventos foi instalado um altar ao ar livre, na esplanada defronte ao templo.

Rua Santuário, 400 - Cascata
(51) 3318.4627

» Praça da Alfândega

É uma das praças mais famosas da cidade e de grande valor histórico. Atualmente a praça recebe, de segunda a sábado, a Feira da Alfândega, com artigos em couro, metal, vidro e lã. Nos meses de outrubro e novembro, dá lugar à maior Feira do Livro a céu aberto da América Latina.

Construída no fim do século 18, foi um dos primeiros sítios de ocupação dos açorianos que iniciaram a fundação da cidade. Famosa pelas grandes paineiras, ipês e jacarandás, a Praça da Alfândega abriga no circuito entre as ruas da Praia, a mais antiga do Centro Histórico, e 7 de Setembro, belos prédios históricos ocupados por espaços culturais de primeira linha, a poucos passos um do outro: o Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (Margs), o Santander Cultural e o Memorial do Rio Grande do Sul. Seguindo pela Rua da Praia, pode-se visitar também a Casa de Cultura Mario Quintana.

E por falar no poeta, vale conferir o grupo de esculturas de Quintana e Carlos Drummond de Andrade realizado por Francisco Stockinger, junto a um banco da praça.

Desde 1955, na segunda quinzena de outubro a histórica Alfândega se transforma num dos locais mais movimentados e disputados da capital. É a Feira do Livro de Porto Alegre, a maior do gênero na América Latina, que toma conta da praça e movimenta milhares de pessoas em torno das centenas de bancas de editoras e livrarias, shows de música, dança e teatro que acontecem diariamente, ocupando também outros espaços próximos.

Praça da Alfândega, s/nº - Centro Histórico
(51) 3289.7500

» Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS)

De terça a domingo, das 10h às 19h.

O imponente prédio da Praça da Alfândega, de quase cinco mil metros quadrados, foi projetado pelo arquiteto alemão Theo Wiederspahn e construído em 1913 para abrigar a Delegacia Fiscal. Desde 1978, a construção suntuosa, com vitrais, mármores e ornamentos, é a sede do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS).

O acervo permanente é considerado um dos mais importantes do país. A arte gaúcha do século XX é a base da coleção, com obras de artistas como Iberê Camargo, Glauco Rodrigues, Alice Brueggemann, Maria Lídia Magliani e Carlos Scliar. Da arte brasileira é destaque a seção de pinturas com quadros de Portinari, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Guignard, Manabu Mabe entre outros renomados. Da pintura estrangeira há valiosos itens europeus do final do século XIX e outros contemporâneos latinoamericanos. O MARGS recebe importantes exposições temporárias.

Dentro do padrão dos grandes museus internacionais, na Loja do MARGS o público encontra uma série de artigos originais e exclusivos, além de catálogos e livros de arte para todas as idades. E nada é mais agradável do que uma parada no acolhedor Bistrô do MARGS, que tem uma ala externa ao prédio histórico, ao lado da Praça da Alfândega. Os pratos do cardápio levam nomes de importantes pintores gaúchos, brasileiros, franceses, espanhóis e italianos, bem de acordo com a variada culinária da casa que atende de segunda a sexta, das 11h às 21h e aos sábados e domingos, das 11h às 19h. O happy hour nas quintas e sextas, a partir das 17h30, é sempre embalado por violão e voz, ao vivo.

Praça da Alfândega, s/nº - Centro Histórico
(51) 3227.2311


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